A atuação de organizações criminosas em determinados territórios pode afetar diretamente a rotina dos moradores, com impactos sobre a circulação, os serviços públicos e as atividades econômicas. Estudos do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro apontam a relação entre áreas sob influência de grupos criminosos e diferentes dinâmicas de criminalidade no estado.
Para Marcos Dias, candidato ao Senado, a resposta do poder público precisa ir além de ações pontuais. Segundo ele, a retomada de territórios deve combinar segurança, inteligência, investigação e presença permanente do Estado.
“A população precisa ter acesso aos mesmos direitos e serviços independentemente do território onde mora”, afirma Marcos Dias.
A discussão sobre retomada territorial já faz parte de iniciativas oficiais no Rio de Janeiro. Em setembro de 2026, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Governo do Estado assinaram um acordo de cooperação voltado à reocupação territorial, com previsão de integração entre forças federais e estaduais, inteligência territorial, investigação financeira e políticas de desenvolvimento.
O acordo também prevê que a presença do Estado nos territórios retomados não se limite à segurança pública. Entre as medidas previstas estão ações relacionadas à infraestrutura, desenvolvimento social, acesso à Justiça e oferta de serviços públicos essenciais.
Marcos Dias defende uma atuação semelhante em sua proposta para a segurança pública, com integração entre as forças de segurança e os demais órgãos responsáveis pela prestação de serviços à população.
Para o candidato, recuperar um território significa permitir que moradores, trabalhadores e comerciantes possam exercer suas atividades sem interferência de organizações criminosas.
“A retomada precisa significar mais do que uma operação. Precisa significar que o Estado permanece e que os serviços públicos chegam à população”, defende.
Como candidato ao Senado, Marcos Dias afirma que pretende defender medidas de fortalecimento da segurança pública e de integração entre União, estados e municípios no enfrentamento ao crime organizado.
Segundo ele, a presença permanente do Estado é fundamental para garantir segurança, acesso a serviços e liberdade para os moradores.
“Território ocupado pelo Estado é território onde o cidadão pode exercer seus direitos”, conclui Marcos Dias.
