O avanço do armamento utilizado por organizações criminosas representa um desafio para a segurança pública e afeta diretamente as comunidades onde esses grupos atuam. Dados do Ministério da Justiça registraram 1.957 fuzis apreendidos no Brasil em 2024.
Para Marcos Dias, candidato ao Senado, o Estado precisa concentrar esforços no combate às estruturas responsáveis pelo acesso ilegal a armas, munições e equipamentos utilizados pelo crime organizado.
Segundo o candidato, trabalhadores e famílias que cumprem a lei não podem viver sob a ameaça de grupos que utilizam armamento pesado para impor medo e controlar territórios.
“O cidadão que trabalha, sustenta sua família e cumpre a lei precisa ter proteção. Ele não pode ser tratado como inimigo”, afirma Marcos Dias.
O combate ao tráfico de armas envolve diferentes etapas, desde a investigação das redes responsáveis pela aquisição e distribuição do armamento até a atuação integrada das forças de segurança.
Em agosto de 2026, uma operação coordenada pelo Ministério da Justiça apreendeu mais de 1,3 mil armas de fogo e 92.641 munições em ações realizadas nos 26 estados e no Distrito Federal.
Marcos Dias defende o fortalecimento da inteligência, da investigação e da integração entre os órgãos de segurança para atingir as estruturas que abastecem organizações criminosas.
Para o candidato, reduzir o poder de fogo desses grupos é uma das medidas necessárias para ampliar a segurança de famílias, trabalhadores e comunidades.
“O Estado precisa garantir segurança, ordem e proteção para quem vive dentro da lei”, defende.
Como candidato ao Senado, Marcos Dias afirma que pretende defender medidas de combate ao tráfico ilegal de armas, ao crime organizado e às estruturas que permitem que armamentos pesados cheguem às mãos de grupos criminosos.
Segundo ele, a prioridade deve ser proteger o cidadão e fortalecer a capacidade do Estado de enfrentar organizações que utilizam a violência para controlar territórios.
“Não podemos aceitar que o cidadão de bem seja tratado como inimigo enquanto o crime avança”, conclui Marcos Dias.
